Lewis Hamilton esteve imperial no GP da Bélgica

Lewis Hamilton esteve imperial no GP da Bélgica

Lewis Hamilton esteve imperial no circuito de Spa-Francorchamps, vencendo com autoridade o Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1, numa prova em que os Mercedes-AMG Petronas voltaram a estar num patamar completamente à parte do resto do pelotão.

Com efeito, o único momento em que Hamilton foi importunado foi no arranque, já que embora tenha mantido o primeiro posto, acabou por ter de se defender na longa reta de Kemmel do ataque de Sérgio Perez (Force India), facilmente rechaçado pela maior velocidade de ponta do Mercedes oficial.

O mexicano partiu bem e passou para o segundo lugar, ao passo que Nico Rosberg, que também ocupava a primeira linha, foi um dos pilotos que mais se debateu com o novo procedimento de partida e caiu para quinto, atrás também de Daniel Ricciardo (Red Bull-Renault) e de Valtteri Bottas (Williams-Mercedes), mas rapidamente superou o finlandês, numa manobra que permitiu também a ultrapassagem de Sebastian Vettel (Ferrari).

Com as primeiras paragens nas boxes, Hamilton manteve-se na frente, com Nico Rosberg a saltar para segundo, iniciando aí uma perseguição que nunca redundou numa luta a sério em pista. Hamilton manteve sempre o seu colega de equipa a uma distância de segurança, ampliando a sua vantagem no campeonato, enquanto Rosberg voltou a ficar no segundo posto, impotente para travar nova vitória do britânico.

Mais atrás, diversos pilotos foram trocando de posições entre si, com Vettel e a Ferrari a apostarem numa estratégia arriscada, mas que poderia oferecer dividendos caso resultasse. O alemão, vencedor na Hungria, foi o último a fazer a sua paragem nas boxes e depressa se percebeu que o objetivo era chegar até ao final apenas com uma passagem pelas boxes. Essa estratégia levou-o ao terceiro posto, posição que parecia ter controlada apesar da pressão de Romain Grosjean (Lotus), outro dos heróis do dia.

Contudo, no dia em que a formação de Maranello festejava o seu 900.º grande prémio de Fórmula 1, a sorte não esteve do lado da Ferrari, que a duas voltas do final, perdeu um terceiro posto quase certo devido ao rebentamento do pneu traseiro direito do monolugar de Vettel na reta de Kemmel, acabando por abandonar.

Grosjean ficou, assim, com o último lugar do pódio num excelente resultado para a Lotus (que fora das pistas atravessa uma situação financeira complicada), mostrando-se sempre ao ataque, tal como Daniil Kvyat (Red Bull), que finalizou a prova em quarto após uma fase final com diversas ultrapassagens arrojadas. Sergio Perez terminou em quinto, na frente de Felipe Massa (Williams) e de Kimi Raikkonen (Ferrari), que na última volta resistiu a uma tentativa muito otimista de Max Verstappen (Toro Rosso) para garantir o sétimo lugar. O holandês terminou em oitavo, na frente de Bottas, cuja corrida foi afetada por um incidente caricato: na primeira paragem, a Williams montou-lhe uma mistura de compostos no seu carro, com um pneu de composto médio e três macios, não só afetando o ritmo de corrida, mas também valendo-lhe uma penalização de passagem pela via das boxes devido à incúria da equipa.

O derradeiro lugar pontuável ficou para Marcus Ericsson (Sauber-Ferrari), que ficou logo à frente do seu companheiro de equipa, Felipe Nasr.

Antes da partida, a grelha perdeu desde logo dois pilotos, já que Nico Hulkenberg (Force India), primeiro, e Carlos Sainz (Toro Rosso), depois, abandonaram ainda antes dos semáforos encarnados se apagarem.

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