PRIO garante que combustíveis aditivados são melhores

Os resultados dos testes não deixam dúvidas. Quem o garante é Luís Serrano, que deu a conhecer as principais conclusões das análises comparativas de diferentes combustíveis realizadas em motores e veículos.

Se um condutor abastecer alternadamente o seu veículo com um combustível aditivado e outro não aditivado, raramente ou nunca vai verificar mudanças, tanto no comportamento do veículo como nas performances ou nos consumos. Mas tudo muda de figura quando a utilização do combustível aditivado é feita de forma regular e sistemática.

Para o investigador, as impurezas fazem parte de todo o sistema e são uma condição presente na vida de qualquer veículo movido a combustível fóssil. Este, com o tempo, “cria algumas gomas, que agarram impurezas; ao utilizar combustível simples / não aditivado, essas impurezas acumulam-se enquanto que na utilização de combustível aditivado são eliminadas limpando o sistema e evitando que se acumulem em zonas chave dos circuitos”.

Em vez de se aglomerarem, as impurezas são isoladas, dispersas no combustível, conseguindo passar sem que haja acumulação nos filtros e, mais importante ainda, nos injetores e nas bombas, garantindo maior eficácia, fiabilidade e desempenho dos veículos.

É importante referir que, qualquer combustível que sai das refinarias e entra no mercado é um bom combustível, isto é, cumpre as normas e tem um padrão de qualidade elevado. Contudo, o combustível passa por várias fases, desde a produção na refinaria até que entra no depósito das viaturas e, é nesse processo, que se podem verificar alguns maus procedimentos que acabam por deteriorar a sua qualidade.

Pode ser difícil para o consumidor avaliar o cumprimento das Boas Práticas, contudo, existem algumas de fácil perceção e que devem ser tidas em conta, como por exemplo, se no posto de abastecimento de combustíveis estiver a ocorrer uma descarga através de um camião cisterna, nunca deve abastecer. Um posto de abastecimento com pouca rotação de produto, decorrente de pouca venda, pode ter produto já fora de especificação.

As outras Boas Práticas são mais difíceis de avaliar a olho nu, e é isso que justifica a existência de entidades certificadoras que atestam os padrões de exigência dos procedimentos das companhias ao nível de qualidade, segurança e ambiente. São esses padrões que visam evitar qualquer deterioração do combustível comercializado. Definem-se as Boas Práticas que devem ser seguidas pela companhia certificada no transporte, armazenagem e distribuição de combustível aos seus postos de abastecimento.

Em Portugal, uma simples visita aos postos das companhias permite validar que só a PRIO apresenta tripla certificação ao nível de qualidade, segurança e ambiente. Isso atesta que a empresa se rege por elevados padrões de exigência.

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